Taxi 2

Taxi 2

Download Portuguese Subtitle

Release info

Taxi 2 (2000) DVDRip MovieExtreme
A Commentary by PSawyer
http://torrentz.eu/a668317f04321d78e3d32f2cb90bc5e79186c672

Tags

DVD
DVDRip
dvdrip
dvdr
Published on: 2013-09-01
Downloads: 97
Hearing Impaired: Yes

Portuguese subtitle preview

The first 200 lines.

TÁXI BRIGADA ANTI-GANG

Esquerda, terceira...

Jean-Louis Schlesser acabou de partir no seu bólide,

que ostenta orgulhosamente o número 10. 10 como Zidane.

30 metros, esquerda! Travão!

Campeão do mundo de rallys em 98-99

e vencedor do último Paris-Dakkar, Schlesser é o homem a bater!

Esquerda, a fundo!

Jean-Louis, vê lá se te esforças, que isto é uma vergonheira!

Brincas! Eu vou na mecha!

Pois este aqui atrás ainda vem mais na mecha. Vais-te estampar, pá!

O gajo está afazer-me sinais de luzes! É o Vatanen?

Não, é um táxi!

Tira-me essa lata-velha da frente que eu tenho mais que fazer!

- De certeza que vamos bem? - Não se preocupe. É um atalho.

Um atalho...

- Vais-te deixar bater por um táxi? - Ele não há-de passar!

Que chatice! Lamento, mas vai aqui um turista à frente a empatar a via.

Parece mais um carro de corrida.

É mas é um palhaço conquistador de miúdas! Aquilo é só para armar!

Dá mau aspecto, passarmos a meta com um táxi atrás.

Não te preocupes, que isto agora vai.

Chiça, o gajo está a empurrar-me!

Vou ter de forçar, senão ficamos aqui a semana inteira.

Não se preocupe, minha senhora. Estamos quase lá!

Porque é que há tanta gente à beira da estrada?

- É normal. Época de férias... - As férias!

- Vá, Jean-Louis. - Bravo, Jean-Louis!

O número 10... não é o Schlesser, é um táxi!

Não tive tempo de ver o número.

17 minutos e 25 segundos.

É sempre assim! O pessoal só vomita quando chegamos.

E a senhora, está bem?

- Quem é o paciente? - Ela. Rebentaram-lhe as águas!

Dá-me licença?

- Mas já está a dar à luz! - Pensava o quê? Que fazia tricot .

Tragam o equipamento. Faremos o parto aqui mesmo.

Isso não me dá jeito nenhum. E os estofos são novinhos.

- Não podem fazer o parto no chão? - Já lhe rebentaram as águas.

Os ossos é que rebentam...

Força!

Aguente, aguente. Agora força!

Olá, Lilly!

Lembras-te do jantar com a minha família? Estás meia hora atrasado.

É só terminar um serviço.

Levei 6 meses a decidir-me a apresentar-te o meu pai

e agora tu vais dar um passeio.

Qual passeio! Isto é uma super emergência!

Eu não sou "super", é? E a minha família é "gasóleo"?

Não faças disto um drama.

A minha mãe tem a carne a postos, o meu pai parece um leão enjaulado...

- Mas estás à vontade! - Não dá para fazer isto a correr.

Estou completamente "entalado".

Como, entalado? Quem é a fulana que está a gritar?

É uma... mulher.

Ainda sei reconhecer uma mulher, mesmo a zurrar. O que estás a fazer?

Nada! Estou só a ver. Não é o que estás a pensar. É um mal-entendido.

Estou a ouvi-la muito bem! Diz lá, com a tua lata, eu conheço-a?

De modo nenhum! Eu também não a conheço. Nunca a vi mais gorda.

Ah, sim! Estou a senti-lo!

Estás a gozar com a minha cara! A comer uma putéfia no teu táxi

e eu à espera para te apresentar os meus pais!

Não fazes a mínima. A mulher grita porque lhe rebentaram os ossos.

- O marido está a segurá-la... - O marido também aí está?

Vocês fazem isso a três num carro?

Não há quem lhe explique o caso? Estou a ver que eu não consigo.

Explique-lhe. O senhor é que me meteu nesta alhada.

Bom dia, minha senhora. Eu sou o marido. É maravilhoso!

- Força! - Escuta, Lilly.

Diz-me o nome do fulano, para eu o inscrever na morgue!

Deixa-o lá, ele está em estado de choque. Queres que te passe o médico?

Também há um médico?!

Juro-te que não é tanga, Lilly!

- Aliás, o bebé está a sair agora. - Força!

- É um bebé. Juro. - Um bebé?

Sim! Já vejo a cabeça. Isto é, parece uma cabeça.

- Fizeste um filho a outra? - Ele não é meu!

Não é nadinha a minha cara, o bebé.

É feio e engelhado. Parece um gnomo velho, daqueles de pôr nos jardins.

Que maravilha!

- Estás a tentar baratinar-me? - Ouve-me só 30 segundos.

- Uma passageira grávida... - É um rapaz!

...não deu à luz na clínica, mas sim em frente à clínica, no meu táxi.

Faz agora uma hora que estão a dar-me cabo dos estofos.

Não lhe bata assim! Que mal lhe fez o pequeno?

- Pronto, agora vai ser uma berraria. - Que maravilha!

É bom que o próximo parto a que vás seja o meu!

Com certeza! Até posso ficar à espera, se quiseres. A clínica tem bom ar.

Tens 10 minutos para te pores aqui.

Já está, não são gémeos? Posso ir, senhor doutor?

Não é que esteja aborrecido, mas tenho coisas a fazer.

Ah, estás aí. Passa-se alguma coisa com o teu amigo?

Não é nada! Foi uma urgência no hospital. Um parto difícil.

Compreendo. Passar o dia a salvar vidas

é algo de muito respeitável.

Não sei o que lhe diga. O senhor foi formidável.

Eu sei!

E correu riscos... Espero que não lhe apreendam a carta.

Não se preocupe. Eu não tenho carta.

Admito que é com algum prazer, até mesmo emoção,

que lhe entrego... a sua primeira...

carta de condução.

- Tem a certeza? - Sim!

Sinto-o dividido, com dúvidas. Não quero forçá-lo.

Não tenho dúvidas nenhumas. Está tudo muito bem.

Não seja brando lá porque é a 27ª vez que venho a exame.

À 100ª seria a mesma coisa. O senhor está preparado. No ponto.

- Nesse caso, aceito. - Pronto, está muito bem.

- Vou tirar o carro, então. - Não!

- Não! - Deixe! Não toque em nada.

- Eu faço isso. Arrumo eu o carro. - Pois, nós arrumamo-lo.

Grande confiança! Tenho a carta ou não, afinal?

Tem, mas não é caso para passar de um extremo ao outro.

É preciso ir por etapas. A carta tem-na aí na mão,

a viagem para casa, fá-la a pé. Entende?

Eu levo-a, mas passo cá amanhã para ver se não lhe restam dúvidas.

Não, que eu amanhã não estou cá. E nos outros dias também não.

- Pedi transferência para Paris. - É uma prenda de despedida.

- O senhor é o meu aluno mais assíduo! - Pois.

Assíduo.

Queria o Semanário Automóvel.

Não, tenho muito gosto em lho oferecer.

- Pronto, mamã, ele chegou! - Sim? Ah, claro. Vamos lá comer.

Lamento imenso, Lilly. Não tornará a acontecer.

Se te estampares durante o jantar, não acontecerá mesmo!

- Com o meu pai não se pode errar. - Que quadro negro!

De certeza que, lá no fundo, ele até é simpático.

Senão como poderia ter uma filha com uns olhos tão azuis?

- Arma-te em esperto, que vais ver. - Não te preocupes. Vai correr bem.

Eu já gosto do teu pai, porque não haveria ele de gostar de mim?

- Ele não é polícia, espero. - Não...

Então não há problema. É que não há nada pior que os polícias.

Papá, apresento-te o meu amigo, Daniel.

Então você é médico?

Vá, força!

É um prazer conhecê-lo. A sua filha falou-me imenso de si...

mas coisas boas.

Tem um problema auditivo ou não gosta de responder ás perguntas?

Não sou médico. Estou a estudar para ser!

Em que ano?

No primeiro. Não, mas estou quase a passar para o segundo.

Segundo ano?

- Mas já não é lá muito novo... - Edmond!

Edmond, o quê? Tenho de passar em revista este novo "recruta".

Continuemos.

Tem razão, já não sou novo. Mas é porque faço muitos biscates

para sustentar a minha família e pagar a carta... os estudos.

Quando se trabalha desde os 12 anos como eu, envelhece-se mais depressa.

Que género de biscates?

Neste momento conduzo um tax... uma ambulância.

Atrasei-me agora porque fiquei retido na clínica.

Mas é bom porque assim ando com um olho na estrada e o outro nos doentes.

Fazer duas coisas ao mesmo tempo não é fazer mal as duas?

Com o devido respeito, discordo inteiramente.

- O senhor é disso exemplo. - Em que medida?

Vejo na sua farda inúmeras condecorações,

o que prova que a sua carreira militar foi um êxito,

e vejo ao seu lado esta filha bonita, inteligente e instruída.

Logo, o senhor é o exemplo perfeito de alguém que teve êxito em duas áreas.

Eu também conduzi uma ambulância, em 1959, na Argélia.

Era um olho na estrada e outro na metralhadora.

O paciente logo se via...

se ainda estivesse vivo após os confrontos.

Pois eu tenho um rosbife que já está morto e quer sair do forno.

Afirmativo! Estou a morrer de fome! Em frente, marche!

Não cantes vitória ainda. Vem aí o grande teste;

3 horas seguidas de relatos da Argélia.

Não te preocupes. Vou em ponto morto e a coisa desliza que é uma maravilha.

- Estás bem? Não te aleijei? - De maneira nenhuma.

Ainda bem. Como senti a tua bacia dar um estalo...

- Ah, devia ser a minha. - Desculpe, Émilien. Paramos 5 minutos?

Não, não! Eu estou bem. Impecável.

Como não te quero magoar adopto más posições. Isto já passa.

Aliás, já passou.

Eu podia fazer-lhe uma massagem,

mas como já não tem nada...

A dor de superfície passou, é verdade, mas lá no fundo

ainda tenho uma pequena resistência. Uma rigidez.

Talvez que uma pequena massagem...

Muito bem, pessoal, para acabar, um pequeno combate de 5 minutos.

- Queres alguém do teu nível? - Não.

Eu estou a conter-me nos golpes, mas... Não te quero magoar.

A sua amabilidade toca-me profundamente.

Ah, queres assim? Está bem. Eu avisei-te!

Comecei a praticar judo aos 4 anos. Vais ficar cá com uma lembrança!

Não é justo! Fazes-me um sorriso capaz de derreter um radiador.

Não consigo concentrar-me.

Na rua, os adversários não sorriem. Isso perturba.

Escutem bem, ó lutadores de sumo.

Reunião no gabinete do chefe daqui a 5 minutos!

O que foi? Perdeste as lentes de contacto?

Pois, perdi as lentes, mas ainda te vejo bem para te enxertar!

- Desaparece! - Eu só estava a tentar ajudar.

- Praticas judo há muito tempo? - Não.

Só fiz judo duas ou três vezes. Não é o meu desporto.

- E qual é? - Karaté. É muito mais eficaz.

Pois o meu era o ping-pong. É pouco eficaz nas pancadarias,

mas o espírito é o mesmo; o espírito do Sol Nascente.

Con-nichon-ah! É muito fácil.

"Con"...de "consumado idiota" como o Émilien, por exemplo.

Comments

No comments yet. Be the first to leave one.

Keep it about this subtitle — sync, quality, typos.500 characters left