The Presidio

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A Commentary by Ivandrofly
Sync, corregida por Ivandrofly

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Published on: 2013-10-06
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The first 200 lines.

Imagina só a secretária do Coronel Gray.

Inacreditável. Uma verdadeira mamona.

Há meses que ela me quer comer.

A Jody telefonou, está doente.

- Vais ficar no escritório. - Uma ova.

Deixa o rádio ligado. O nevoeiro está de morte.

Vi alguma actividade em Fort Point.

Patti Jean, chama-me se tiveres frio.

Tenho um blusão.

- Não é o mesmo que um homem. - Nem tu.

Carro 1-F está a patrulhar.

Carro 1-F para Central 297.

Afugentei dois namorados.

A avaliar pelo carro, tinham dinheiro para pagar o hotel.

- Entendido. Continua a comunicar. - Sim, paizinho.

1-F para Central 297.

A verificar uma porta aberta no Clube de Oficiais.

Espera pelo Carro 2-B para te dar reforços.

Fica onde estás, Patti Jean. O Bud vai já sair.

Quieto!

Base Militar, fala o carro 1-B. Tive um acidente.

Veículo suspeito, Lincoln de cor clara,

dirige-se para sul do Quartel, na R. Bernard.

Fez-me despistar! Filho da mãe!

Merda! Segura-te.

Apanhámo-lo! Dirige-se para a saída da Arguello.

Fica na base, Zeke. Não persigas fora da base.

Vamos informar a Polícia de S. Francisco. Eles actuarão.

Entendeste?

Zeke, responde-me, porra!

Vamos cortar-lhe o caminho!

- Estás bem? - Estou.

Ó cabrão!

E o que é isto? Alimento para plantas?

Então, Ace? Isso não é meu.

- Não? - Não.

Um amigo emprestou-me a camisa. É dele.

É isso.

Não me digas.

Alerta todos os carros. Situação 459.

Lincoln para leste na Lombard.

Anda, Schmitty. Toca a andar.

Aguenta aí, Leroy.

Guarda-me isso até voltarmos.

- Cavalheiros, isto não é legal. - Processa-nos!

Vamos em perseguição para sul na Arguello, da California,

a velocidades superiores a 110km/h.

Recebido, E-5. Todos os carros na zona, por favor compareçam.

E-5, para leste na California.

Recebido, E-5.

Austin.

Sim. Vou já.

Howard, vou-te dar mais uma oportunidade.

- Quem estava contigo? - Não sei nada.

És demasiado estúpido para teres feito isto sozinho.

Então? Quando estiveste na tropa,

não estiveste destacado no Quartel?

Porquê?

Vais lidar com um tiroteio.

O encarregado é o Coronel Caldwell.

Sim, eu conheço-o. Não gosto dele.

E então? Não o deixes abusar.

Isto não está nada bom para ti.

Vai ser o teu terceiro crime.

À terceira vez já sabes.

- Vai comer merda! - Enganas-te.

Eu vou comer em restaurantes.

Tu vais estar preso para sempre.

Quem vai comer merda és tu. É a melhor refeição que eles lá dão!

O Howard está a começar a ter juízo.

- Vais ficar bem. Vou pedir socorro. - O meu coração!

- Um padre. - O quê?

Quietinho!

Se te mexes, eu mato o bófia!

Tira a pistola para fora. Deita-a ao chão e chuta-a para aqui.

Já, senão rebento com o bófia!

- Não lhe dês a arma. - Queres morrer, bófia?

Não. E tu, queres?

- Guarda a pistola. - Dá-me a pistola!

Pensa um pouco, pá.

Se me dás um tiro, ele dá-te um tiro.

Não. Fica a olhar para mim, senão mato-te.

Eu mato-te!

De qualquer maneira, vais morrer.

- Eu disparo! - Isso é garganta.

Não disparas.

Ele tem a mão na arma dele.

Não está a resultar, pois não?

Viver ou morrer?

Preciso de ajuda aqui dentro, já!

Vá lá. Vamos embora. Para trás. Vá lá.

Não é nada convosco. Vamos embora.

Acabou a festa. Vá lá. Para trás.

Zeke, que tal vai isso?

Austin. Que diabo estás aqui a fazer?

- Estás a gozar? - Não.

Não fanaste isso?

Que aconteceu, algum oficial deu um tiro no pé?

Foi a Patti Jean. Não teve hipótese.

- Os meus pêsames, Jay. - O velho está lá dentro?

Se puder fazer alguma coisa...?

É uma palmeira, Coronel.

Quero lá saber como se chama. Quando é que a regou da última vez?

Desculpe, Coronel, devo escrever o meu relatório?

Quem é você?

John Mueller, gerente do Clube de Oficiais.

Verificou o inventário?

Sim, mas não há nada para roubar, apenas víveres.

Não? Alguém queria alguma coisa, porque mataram a rapariga.

- Sim, senhor. - Não me chame senhor.

Falta alguma coisa?

Não, senhor... Quero dizer, não. Nada.

- Meteram um pé-de-cabra à porta. - Eu vi.

O meu pessoal encarrega-se disto agora.

- O seu pessoal não toca em nada. - A sério?

Oiça lá.

Temos aqui uma investigação multi-jurisdicional com o exército,

e a polícia de S. Francisco, que sou eu.

Quem trata dos crimes é a polícia criminal.

Por isso, ou eu me engano muito,

ou você ainda é polícia militar.

Coronel.

- Já terminaste? - Talvez.

Ouve lá, rapaz.

Eu ia ser simpático para ti por causa da Patti Jean.

Mas acabou o teu tempo, por isso ouve-me bem.

Quem manda aqui sou eu.

Cuidado com o que dizes cá dentro.

Senão corto-te os tomates e sirvo-os ao pequeno-almoço.

- Percebeste? - Sim, meu coronel.

Ainda bem.

Mueller, regaste esta planta?

Diga alguma coisa.

- O quê? - Já é um começo.

Sou o inspector Jay Austin, da polícia de S. Francisco.

- E você quem é? - Não fez isso bem.

Tem de me mostrar a identificação.

Feche a porta.

- O quê? - Feche a porta.

Olá. Inspector Austin, da polícia de S. Francisco.

Procuro o Coronel Caldwell.

Ele vive aqui, mas trabalha noutro sítio.

Isso sei eu.

Quer esperar no alpendre, inspector?

Não, quero entrar.

Donna Caldwell, filha do Coronel.

Veio por causa da PM que foi morta ontem?

O telefone não pára de tocar.

Nesta base tão pequena nunca acontece nada.

Eu sei. Fui agente da PM sob o comando do seu pai.

- Não sabia que ele tinha uma filha. - Porque deixou o exército?

- Tive as minhas razões. - O meu pai foi uma delas?

- Foi. - É muito bonita.

- É dura? - O quê?

- A vida de polícia. - É muito dura.

Detective Austin, está-se a atirar a mim?

Pensei que era ao contrário.

O seu pai vai-lhe dizer coisas a meu respeito.

- Que coisas? - Nada de bom.

São verdade?

Descubra por si. Quer jantar comigo hoje?

- Você não perde tempo. - Como posso contactá-la?

Devia ter feito descafeinado.

Ele não tarda a chegar. É um homem inteligente.

Vai-nos ver a falar e percebe o que se está a passar.

- O quê? - Que você se sente atraída por mim.

Vai trepar pelas paredes. Depois, quando ficarem sós,

vai mandá-la ficar longe de mim.

Não vai. Temos um acordo.

- Ele vai rompê-lo. - Não. Fizemo-lo quando eu era miúda.

- Nunca o foi. Está livre esta noite? - Sou uma mulher livre.

O meu cartão, com a minha morada. Tome o meu telefone.

Telefone-me.

Lembras-te do Jay Austin?

Lembro-me, sim.

Ele lembra-se de ti.

Que estás a fazer em minha casa?

O laboratório identificou a arma que matou o polícia.

As balas são iguais às da Patti Jean.

- E então? - Vieram de uma Tokarev 33.

É russa.

Mesmo assim, vieste longe para tomar café.

- Que é que tu queres? - Pensei que me pudesse ajudar.

O meu instinto diz-me que pertence a alguém da base.

O teu instinto é uma merda.

Pode pertencer a um russo. Eles têm um consulado, não?

Ou podia ser o troféu de guerra dum veterano do Vietname.

Vou perguntar mais uma vez. O que é que tu queres?

Perguntei ao sargento Garfield, na carreira de tiro,

se alguém na base tinha uma Tokarev.

Ele disse talvez.

Quando pedi mais informações,

ele perdeu subitamente a memória e atirou-me com burocracia à cara.

E queres que eu fale com o Garfield.

Disseste que querias fazer isto com a judiciária,

e que eu era só um polícia militar.

Sabe que mais? Esqueça.

Espera!

Vamos lá.

- Boa tarde, Coronel. - À vontade, Sargento.

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