The first 200 lines.
Badi Ma, Dwijdas, Kumud, Padma, Dharamdas, onde está todo o mundo?
Vejam, uma carta do Devdas. O Devdas está regressando de Londres.
A serio? Que boas noticias!
Dwijdas! Ouviste? O Devdas está chegando! - Não acredito. A mãe está mentindo.
Está mentindo, mãe. - Onde está a carta.
Mostre-me a carta.
Shubhankar! O meu Devdas está voltando! - A serio?
Diz ao teu irmão as boas noticias.
Mãe Badi... Mãe Badi... o meu Tempest vem para casa.
Graças a Deus.
Cumprimentos, senhora! - Acabou-se as lágrimas Dharamdas.
Eu fiz uma promessa. Eu vou... receber o Devdas. Sozinho.
Sim, o relógio andou mais uma vez. Depois de tantos anos! O meu filho está de volta.
O movimento do relógio não faz o tempo andar, nem trará o seu filho mais rápido para casa.
Eu sei Kumud! Mas olha como bate o meu coração.
Quando passará o dia para a noite...?
Toca o tambor! Deixem a musica tocar.
Que tempestade jovial mexe as cordas do meu coração! Deixem o tambor tocar.
Deixem a musica tocar! - Bem vindo Tempest.
Todo o dia eu gritei para todos se prepararem, e ninguém me escuta?
A casa está arrumada. - O quarto do Devdas está pronto.
O Dharamdas amarrou os cavalos. - A mãe Badi decidiu quem veste o quê.
Está contente...?
Assim que o teu bebé chegar, verás a alegria chegar a esta casa.
Kaushalya Didi (Didi irmã ) - Minha nossa! Aí vem a actriz.
Assim que ela perambular, Kaushalya Didi...
doce Shondesh"para ti''
Ei Kaushalya Didi, olha Shondesh para ti.
Sumitra! Na hora certa! - Sumitra-Kaki na hora!
Sempre oportuna. E o teu "Shondesh" é famoso!
Ouviste isto Didi? - Deixa ela falar. Adivinha quem vem?
Eu sei! Mr Chattopadhyay...?
Tonta! Não vais acreditar nisto! O meu Tempest, o meu Devdas está chegando!
A serio Didi...? - Sim, sim, a serio!
Graças a Deus, Durga.
Os meus cumprimentos, Didi! - Vou ver o meu filho depois de 10 anos.
Qual a aparência dele? Como deve estar ele? O que ele me dirá?
Como vou sobreviver esta noite, Sumitra?
Como gostaria de não pestanejar! O que faço, se ele entrar neste momento?
Apenas me lembro do Devdas, como o menino que se aproximava na minha casa...
Olhando em volta da porta para perguntar-me... - Kaki-mãe, a Paro está?
Lá ela vai, no acto.
E quando o Dev irritava-se, eu mandava a Paro busca-lo.
Encontrava ele sempre em pomares de goiaba. - E o Dharamdas o puxava...
pela orelha! Um pouco de amizade! - E quando o Devdas partiu...
para o exterior para os seus estudos, a minha Paro perseguiu o seu carro...
como possuída. Pára Deva.
Pára Deva.
Naquele sol escaldante, os pés dela pisando aqueles pedregulhos.
Continuou a gritar... Eu vou com o Dev.
Eu vou para o exterior também! - Estás louca?
Mandá-la para o exterior? A minha menina tola.
Ela devia três rupias ao Dev.
Deixa-me. Eu tenho que lhe dar as três rupias.
Ela acendeu uma vela para iluminar o amado viajante até casa.
Durante 10 anos, acredito que ela guardou aquela vela acesa para o Dev.
Ela não deixou a vela apagar-se uma única vez! Tenho que dizer-lhe, ela ficará contente.
Ela ficará alegre. - Sim Sumitra, vai.
O seu filho voltará para casa, e ela ficará contente.
Porque não? Ela é nossa vizinha. A Paro e o Devdas...
foram amigos de infância. - O que ficou daquela infância?
Ambos cresceram... Mãe Kaki ''Shondesh''?
O que se passa mãe Kaki? - Manorama, onde está a Paro?
Onde mais? Deve estar no quarto dela a falar com a vela.
Com a vela, não! - Devdas.
Oh Deus. - O que se passa?
As noticias que tenho para ela, a deixarão feliz.
Que noticias?
Paro, o Devdas está chegando.
A serio? - Sim, o Devdas está chegando.
Eles estão preparando umas boas-vindas! A Kaushalya-Didi está louca.
A casa inteira está em êxtase...
Tonta, estás chorando?
Não deixes as lágrimas de alegria molhar a vela antes do Dev chegar.
Nenhum poder na Terra pode apagar esta vela.
Vamos testar esta vela poderosa?
Na mudança de estação...
vem...
ondas de nuvens...
O vento...
Virá...
apagar esta vela.
Desejo que nunca a deixe morrer.
Desejo que nunca a deixe morrer.
Esta vela, é o meu amor.
nunca será extinta, esta chama do meu amor.
O meu amor, vem para mim, meu amor.
Vem agora para mim.
Como esta vela queima-se...
Eu queimo cada poro meu, e o meu coração.
Vem agora para mim.
Vem para mim, meu amor.
A distância dividiu-nos...
houve dor na separação.
Os meus olhos sentiram saudades...
mas aqui estás...
resplandecendo, incandescendo ...
inundada em alegrias...
enquanto aqui...
Eu queimo...
Enquanto aqui, eu queimo.
Mais uma vez, trovão de nuvens ...
chove em rapsódia atroadora.
A tempestade bate novamente...
mas a minha vela nunca é molhada...
o meu amor, a minha chama ...
não importa quantas chuvas, a tempestade e o trovão atormentam-te.
Vem agora, vem para mim, meu amor.
Vem, meu amor.
Ela está maluca.
Ela é ingénua.
Oh sim, com uma rajada de vento virá aquele que tu buscas.
O meu amor...
vem para mim, meu amor.
A paixão, ela nunca deixará morrer.
Meu amor, esta vela é tua.
Rápido! A carroça está aqui! Kaushalya, rápido.
O Devdas está ali! - Vem.
Eu estava acendendo a vela de boas vindas. Diga mãe Badi...
se levar tanto tempo, o Devdas virá sozinho dar as boas vindas.
Dar as boas vinda a ele próprio? Hoje sou eu que lhe dou as boas vindas.
Esperem um minuto! Eu tenho que ver o Devdas primeiro. Fechem todos os olhos.
Por mim. - Está bem?
Senhora! Eu não acredito! Pode o mundo mudar em 10 anos?
O Deva é tão alto como os meus ombros, os mesmos ombros que ele sentou-se.
Ao vê-lo não irá pestanejar! - Não me atormentes! Onde está o meu Dev?
Ficou na estrada. Ele disse que voltaria assim que visse ''a minha Paro.
Deve chegar a qualquer momento.
Mãe Chhoto, queria ser a primeira a ver o Devdas?
Será os olhos da Paro agora?
Mãe Chhoto, o que faço com isto?
Paro.
Acho que é o Devdas.
Devdas...
Como estás? Bem? Entra filho, bem vindo.
Deus te abençoe, filho.
Estávamos tão ansiosos para ver-te.
Kaushalya-Didi está morrendo para ver-te. - Onde está a Paro?
Ela estava aqui há momentos.
Ela disse, deixe o Devdas chegar e eu farei isto e farei aquilo.
Lutarei com ele, arranharei ele. E agora estás aqui, e ela está escondida.
Paro.
Posso subir? - Sim, filho, vai.
Como estás Paro?
Porque não te voltas para ver a minha cara? Estamos nos vendo depois de tantos dias.
Dias? Para ti, talvez. Para mim...
10 anos, 6 meses, 4 dias e 6 horas.
Nunca sentiste a minha falta? - Senti.
Mentiroso! Apenas 5 cartas em 10 anos? Há quatro estações num ano.
Não podias escrever uma por estação? - Faz sentido. És uma grande rapariga.
Leva tempo?
O desejo de encontrar o mar converte a corrente num rio.
Então, porque demoras para mostrar a tua cara?
Como o descobrir da Lua depois de idades, receio que perca a tua respiração.
Nem mesmo a Lua é tão vaidosa. - Mas a Lua tem cicatrizes.
Até a Lua sobe, para ver o meu fôlego.
O brilho da Lua? Ou a tua vaidade?
Paro, odeio pensar que mais alguém te tocou.
Olhe, o Devdas está aqui! - Ele que entre.
Não esteja zangada. - Eu não quero falar com ele.
Diz-lhe para ir embora. - Mas, mãe...
Eu disse, que não quero... - Mãe.
Vai, eu não quero ver a tua cara.
Porquê, o que tem de tão feio a minha cara?
Nem a Paro, nem a senhora quer me ver?
Depois de 10 anos de espera, são os vizinhos que te dão as boas vindas?
Volta para a tua Paro.
Não vai abrir os seus olhos? - Não.
Também não quer me ver?
Muito bem, eu vou embora. - Onde...?
Para onde vais, Dev? - Dev, pára.
Porque o deixaste ir embora? Eu estava brincando.
Eu também estava brincando.
Meu filho pródigo volta num advogado. Mas não deixa de fazer travessuras?
O Babu-ji...? (Pai ) - Ele foi para o seu escritório cedo...
Algo urgente. - Eu sei, eu sei.
Reclamações todos os dias!
O Dev e a Paro nunca foram à escola. Dev começou a fumar.
Todos os dias a vadiar pela aldeia com a tal Paro.
Não há mais espaço para ti nesta casa.
No dia que eu fui embora, ele não estava em casa.
No dia que eu regresso, ele continua sem estar.
Sabes, que o governo britânico está nomeando-o cavaleiro.
Estou a ver! - E ele ficará feliz por te ver.
A serio? - Ele está feliz no trabalho.
Na minha casa, os pais dão as boas-vindas aos filhos que regressam a casa depois de anos...
com os braços abertos. - A mesma, criança.
Vem cá, meu querido.
Eu disse-te para me trazeres um estrangeiro bonito.
Trouxeste?
Não, mas trouxe tempos fortuitos.
Veja...
Ali... mas não consigo ver claramente.
Eles usam só o papel? - E às vezes, nem isso.
E nunca apertam as mãos.
O que estás armando?
Devolve-me a caixa.
Devolve-me isso.
O que está acontecendo? - Nada.
Estás vendo o Devdas? O que achas dele?
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