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EM HOMENAGEM AO MEU FALECIDO IRMÃO KUMAL BHANDULA
AGRADEÇO AO SR. AJAY BIJLI
SEU APOIO NOS DEU FORÇA
Sarbjit.
Cadê você, irmão?
Sarbjit!
Sarbjit.
Irmão!
Sarbjit!
-Diga algo, irmão. -Sarbjit.
Irmão!
Sarbjit!
-Achou-o? -Estávamos bêbados.
Mas me lembro de ele ter dito que iria para casa.
Se Sarbjit foi para casa, já não teria chegado?
Deixe de bobagem e vá procurar meu irmão.
OK. Sarbjit!
PAQUISTÃO
Irmão!
-Viu meu irmão. -Não vi. Lamento.
Ligue para outra pessoa e veja.
Ele não está lá.
Sarbjit!
Pare aqui. Pare.
Veja! Há alguém ali.
-Sarbjit? -Quem é você?
Me deixe dormir.
É ele?
Cadê meu irmão?
Irmão!
Procurei em campos e vilas próximas.
Liguei para nossos amigos. Nem sinal dele.
Ele não tem inimigos. E agora, irmã?
Que mal há em dar queixa?
Relaxe, querida. Faz só 5 dias.
É isso que estou tentando dizer.
Esses moços de perto da fronteira
não querem mais ser lavradores.
Espionagem e contrabando os atraem.
Sarbjit não é desses.
É responsável, homem de família.
Senhora, esses tais homens de família
fogem primeiro. Por que perco meu tempo lhe falando isso?
Não passou pelo mesmo?
Fique calmo. Ela tem duas filhas.
Não temos contatos nem influência. Só você pode nos ajudar.
Como podemos ajudar nisso?
Aposto que ele tem amante numa vila vizinha.
Tia, guarde suas opiniões.
Por quê? Disse algo errado?
Não tem marido nem filhos.
Pelo menos deixe a família de seu irmão florescer.
Vamos, irmã.
Não tem marido nem filhos.
Deixe a família de seu irmão florescer.
Ali estão eles!
Mandev e Dalbir chegaram!
Oi, Dalbir. Bênçãos.
Ouvi a boa notícia.
Parabéns, Mandev!
O dia chegou depois de 6 longos anos. Aposto que terá um menino.
-Com certeza. -Dança, pessoal. Minha oração foi ouvida.
Vamos, criança.
Cadê o Dalbir?
Procure Sarbjit e achará Dalbir.
Comemorações me conquistaram Me perdi nesta alegria
A hora do amor Começou a ressoar no meu coração
Com a empolgação interna E amor no ar
Meu coração regojiza Estou perdido neste amor
Meu coração me diz Para passar de todo limite hoje
Me perdi nesta alegria
Meu coração regojiza
Quero ser seu anel de nariz
Ou o botão do seu kurti
Eu sempre serei sua, meu querido
Flerte? Por que flerta com garotas?
Não me siga por aí
Senão vou chamar a polícia
Meu coração está louco com a sua beleza
Me perdi nesta alegria
Meu coração regojiza
Fomos abençoados pela alegria Depois de muito tempo
A noite auspiciosa chegou Posso ouvir tambores batendo
Vamos, batam mais forte nesses tambores
Se dispa de suas inibições E mexa esse corpo
Estou feliz Muito feliz
A felicidade agraciou nosso lar
Estou dançando e meus amigos também
Fazendo a dança da chuva
Vamos nos esbaldar comemorando
Me perdi nesta alegria
Meu coração regojiza
Me perdi nesta alegria
Meu coração regojiza
Não sobrou nada para ela.
É o fim dela.
Me entregue, Dalbir.
Entregue-a.
Entregue-a a mim.
Solte-a.
O Todo-poderoso consertará tudo.
Não se preocupe.
Este pátio não ficará vazio por muito tempo.
Deus logo lhe abençoará com a paternidade de novo.
Onde é o lugar no ventre dela?
Sou eu quem fica sozinho.
DOIS ANOS DEPOIS
Pare! Dalbir!
-Não seja louca. -Não posso parar.
Meu irmão está no hospital.
Ele está com icterícia.
-Por que não entende? -Não consigo entender.
Você ora sem parar, faz jejum por ele.
Ele não tem família?
Quer largar a mim, sua casa e sua família por ele?
É meu único irmão.
É uma dádiva do Todo-poderoso para mim. Eu o criei.
Me deixe ir a ele. Largue minha mão.
Se eu largar sua mão hoje, não voltarei a segurá-la.
HOJE
Por favor, parem de trabalhar.
Há um toque de recolher.
Por favor, pare de trabalhar. Senhora.
Haverá um toque de recolher. Todas estão indo para casa.
Se não sair agora, perderá o ônibus.
E podia ter tirado outra semana de folga.
Não se preocupe, Sarbjit será achado.
Só Deus tem resposta para certas perguntas.
Amanhã de manhã, uma procissão sairá do Templo Dourado.
Deveria ir. Talvez suas orações sejam ouvidas.
As lágrimas de meus olhos
Todas se secaram
Minha morada é vazia Já que não está aqui
Oh, Senhor Traga-o de volta a mim
O que está perdido
Oh, Senhor Traga-o de volta a mim
A estação das cores parece esmaecida
As lágrimas de meus olhos se secaram
Quem queimou o jardim da minha vida?
As ruas está completamente inundadas
Obstáculos pela frente
Eles impedem que meus pés Sigam em frente
Traga de volta aqueles laços Que eu perdi por entre os dedos
Oh, Senhor Traga-o de volta a mim
O que se perdeu
Oh, Senhor Traga-o de volta a mim
Oh, Senhor Traga-o de volta a mim
O que se perdeu
Oh, senhor Traga-o de volta a mim
Oh, senhor Traga-o de volta a mim
Oh, senhor Traga-o de volta a mim
Oh, senhor Traga-o de volta a mim
Oh, senhor Traga-o de volta a mim
Paquistão!
Carta!
9 MESES DESAPARECIDO
Me dê a carta.
O carteiro veio à tarde
com uma carta do Paquistão.
Sem nome. Eu não toquei.
Desde então ela está reclamando da carta.
Aonde vai?
Os correios já devem ter fechado!
Tio!
-Tio! -Qual é o problema, querida?
Tio, serei muito grata a você.
Alguém nos enviou uma carta do Paquistão.
Por favor, me dê.
Espere.
Sim, aqui está.
Sarbjit.
28 de agosto de 1990.
Nos últimos 8 meses,
revivi aquele dia específico 8 mil vezes.
Por que não tira minha foto quando estou bonita?
Quando estou arrumada.
Suky, querida,
você só precisa de batom para ficar linda.
-Sukh, o neném molhou a cama de novo. -Já vai.
-Rápido, meu filho. -Se mexa.
Meu neném.
Meu querido.
-Tia. -Vovô, ponha os óculos.
Pare de brincadeira.
Cuide de Swapan, vou trabalhar.
Pegue a câmera.
E bata uma foto da família.
-Amor. -Tome.
Seu inútil! Não deveria estar nos campos?
Meu torneio de luta é mês que vem.
E você fazendo corpo mole.
Não estou fazendo corpo mole. Espere e verá.
A vila inteira me carregará nos ombros.
Todos vão me saudar.
E não só minha mulher,
até você será reconhecida por meu nome.
Aí vem a irmã do Sarbjit.
-Veja! A irmã do Sarbjit. -Esqueça.
Me deixe no trabalho. Vou me atrasar.
-Vamos. -Uma foto, por favor.
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