200 baris pertama.
This is the end
Beautiful friend
This is the end
My only friend
The end
Of our elaborate plans
The end
Of everything that stands
The end
No safety nor surprise
The end
I'll never look into your eyes
Again
Can you picture
What will be
So limitless and free
Desperately in need
Of some
Stranger's hand
In a
Desperate land
Lost in a Roman
Wilderness of pain
And all the children
Are insane
All the children
Are insane
Waiting for the summer rain
Yeah
Saigão.
Merda!
Ainda só estou em Saigão.
Julgo sempre que vou acordar outra vez na selva.
Quando estive em casa, depois da minha primeira comissão, foi pior.
Acordava e não havia nada.
Mal disse uma palavra à minha mulher, até dizer sim a um divórcio.
Quando estava aqui, queria estar lá.
E quando estava lá,
só conseguia pensar em regressar à selva.
Estou aqui há uma semana.
À espera de uma missão,
começando a amolecer.
Cada minuto em que fico neste quarto, torno-me mais fraco.
E cada minuto em que o "Charlie" se agacha na selva, mais forte fica.
Cada vez que olho à minha volta, as paredes afunilam-se um pouco mais.
Toda a gente consegue tudo o que quer.
Eu queria uma missão
e, para mal dos meus pecados, deram-me uma.
Trouxeram-na como se fossem do serviço de quartos.
Capitão Willard, está aí?
Sim, vou já.
Foi uma missão escolhida a dedo.
E quando acabou,
nunca mais desejaria outra.
- O que querem? - Está bem, Capitão?
O que acham?
- É o Capitão Willard, 505.º batalhão? - Afirmativo.
- 173.ª Aerotransportada? - Sim.
- Ao serviço do SOG? - Ei pá, vais fechar a porta?
Temos ordens para o escoltar ao campo de aviação.
- Quais são as acusações? - Senhor?
- O que é que eu fiz? - Não há acusações, Capitão.
Tem ordens para se apresentar nos serviços secretos, em Nha Trang.
- Estou a ver. - Está bem?
- Nha Trang, para mim? - Exactamente.
Vamos, Capitão. Ainda tem algumas horas para se arranjar.
- Não me sinto muito bem. - Capitão?
Dave, dá-me uma ajuda. Temos aqui um corpo morto.
Venha, Capitão. Vamos tomar um duche.
- Não sejam idiotas. - Segura-o bem.
- Vamos tomar um duche, Capitão. - Aqui vamos.
Fique aí debaixo, Capitão.
Ia para o pior sítio do mundo e ainda não o sabia.
Semanas a fio e centenas de quilómetros a subir um rio
que serpenteava pela guerra como um cabo eléctrico central
directamente ligado a Kurtz.
Não foi por acaso que me escolheram para tratar
da memória do Coronel Walter E. Kurtz.
Tal como não foi um acaso o meu regresso a Saigão.
Não há forma de contar a sua história sem contar a minha.
E se a sua história é, de facto, uma confissão...
Capitão Willard a apresentar-se, senhor
então a minha também o é.
- Capitão. Óptimo, entre. - Obrigado, senhor.
À vontade.
General...
Quer um cigarro?
Não obrigado, senhor.
Capitão, já antes viu este cavalheiro?
Não, senhor.
Conheceu o General ou eu próprio?
Não, senhor.
Não pessoalmente.
Trabalhou muito por sua conta, não foi Capitão?
Sim, senhor.
O seu relatório menciona espionagem e contra-espionagem no COMSEC e Corpo I.
Não estou de momento disponível para falar dessas operações, senhor.
Não trabalhou para a CIA, Corpo I?
Não, senhor.
Não assassinou um fiscal dos impostos do governo?
Província de Quang Tri, 18 de Junho de 1968?
Capitão?
Senhor, não estou ao corrente de tais actividades ou operações.
Nem estaria disponível para discutir tais operações
caso tivessem, de facto, existido, senhor.
Pensei em almoçarmos enquanto conversamos.
Espero que tenha vindo com apetite, Capitão.
Reparei que tem aí um problema na mão. Está ferido?
Tive um acidente a pescar quando estava de licença, senhor.
- A pescar durante a licença? - Sim, senhor.
Mas sente-se em forma? Está pronto para o serviço?
Sim, General. Muito mesmo, senhor.
Vejamos o que temos aqui. Carne assada e não costuma ser má.
Sirva-se, Jerry, e vá passando.
Para poupar tempo, podemos passar pelos dois lados.
Capitão, não sei o que acha destes camarões, mas
se os comer nunca mais terá de dar provas da sua coragem.
Vou só tirar um pouco disto...
Capitão, já ouviu falar do Coronel Walter E. Kurtz?
Sim, senhor, já ouvi o nome.
Credo!
Oficial de operações, 5.ª, Forças Especiais.
Luke, pode passar essa gravação ao Capitão, por favor?
- Sim, senhor. Desculpe, senhor. - Ouça com atenção.
9 de Outubro, 4h30, sector Peter, Victor, King.
Interceptámos isto do Camboja.
Foi confirmado como sendo a voz do Coronel Kurtz.
Eu vi
um caracol
a rastejar pelo gume
de uma navalha de barbear.
É o meu sonho.
É o meu pesadelo.
A rastejar, a deslizar
pelo gume
de uma navalha de barbear
e a sobreviver.
Transmissão 11, recebida em '68, 30 de Dezembro, 5h00.
Sector King, Zulu, King.
Mas temos de os matar.
Temos de os incinerar.
Porco após porco.
Vaca após vaca.
Aldeia após aldeia. Exército após exército.
E chamam-me assassino.
Que nome se dá
quando os assassinos acusam o assassino?
Eles mentem.
Mentem e temos de ser misericordiosos
para com os que mentem.
Esses
nababos.
Odeio-os.
Odeio-os mesmo.
Walt Kurtz foi um dos mais notáveis oficiais
que este país alguma vez produziu.
Era brilhante Era notável em todos os aspectos.
E era também um bom homem, humanitário.
Um homem com inteligência e humor.
Alistou-se nas Forças Especiais.
E, após isso, as suas...
ideias,
métodos,
tornaram-se...
doentios.
Doentios.
Agora foi para o Camboja com este
seu exército de indígenas montanheses que veneram o homem como um Deus.
E seguem todas as ordens,
por mais ridículas que sejam.
Bem, tenho outras...
notícias chocantes para lhe dar.
O Coronel Kurtz esteve quase a ser...
preso por homicídio.
Não percebo, senhor. Matou quem?
O Kurtz tinha ordenado a execução de uns agentes secretos vietnamitas.
Homens que ele acreditava serem agentes duplos.
Por isso tratou do assunto com as suas próprias mãos.
Bem, está a ver Willard,
nesta guerra as coisas ficam...
confusas por lá.
Poder, ideais, a velha moralidade e
a necessidade militar concreta.
Mas por lá, com esses nativos,
deve ser uma...
tentação
ser Deus.
Porque há um conflito em todos os corações humanos,
entre o racional e o irracional,
entre o Bem e o Mal.
E o Bem nem sempre triunfa.
Por vezes,
o lado negro
sobrepõe-se ao que Lincoln chamava "Os melhores anjos da nossa natureza".
Todos os homens têm um ponto de ruptura.
Você e eu temos.
Walt Kurtz atingiu o dele.
E muito obviamente, ficou louco.
Sim, senhor. Claro que sim, senhor. Obviamente louco.
A sua missão é subir o Rio Nung num barco patrulha da Marinha,
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