ആദ്യത്തെ 200 വരികൾ.
Você foi chamada à diretoria?
Por levar a foto do Mostafa para aula.
- Não é bem como se ele fosse seu primo! - Eu o amo como se fosse da minha família!
- Não faça isso de novo. - Aprendi a lição.
Vamos publicar qualquer coisa. Só demora um instante.
Tem um comentário no post da Mahnaz Afshar
sobre o aniversário da filha dela.
Vamos deixar um comentário para o Mostafa.
Vocês são todas loucas! Celebridades não leem comentários.
- Ela lê os 6 mil comentários todos! - Leio sim.
Eu fui ao cinema antes do filme da Taraneh Alidoosti estrear!
Isso é hilário!
E ainda riem de mim?
Olha, eles se divorciaram!
Ótimo! Agora ele está solteiro.
Não, eles ficavam tão bem juntos.
Vamos ver o perfil dele. Eles realmente ficavam bem juntos!
Ele deve estar se sentindo sozinho. Coitado!
A garota diz que se sente livre. Que mal-educada!
Oi, pai. Como você está?
Estou com as meninas.
Diga a ele que estamos juntas. Ele confia em nós.
Vou tirar uma foto e enviar para você.
Faço isso agora, ok?
- Vamos fazer uma selfie. - Sim. Vamos.
Tira uma ótima foto.
O que ele disse? Vamos lá!
Andem logo!
As piores coisas sempre acontecem comigo!
O que houve, Hasan? Não é nada.
Perdi três litros de sangue!
Me passa os óculos. Tem vidros na ferida?
Não faça escândalo em público.
Quem se importa com esses tolos?
- O que aconteceu? - Isso não é da sua conta.
O que eu fiz agora?
- Sr. Kasmai, o que houve? - Ele cortou a mão.
Cortei e queimei! Sangue e bolhas!
Ai! Cuidado!
Hasan!
O jornalista está esperando. Você não vem?
Aqui sozinho? Quer que te cortem a cabeça também?
E por que não? Ele precisa se apressar.
- Me dá um cigarro. - É o último.
O que houve?
Ele é um idiota.
- Quem? - Você sabe quem!
Quem? Tem vários idiotas ali.
Sohrab Saidi! Vale a pena perder uma hora conversando com ele?
Uma hora?
- Disse algo engraçado? - Você me vê rindo?
Não está?
Ele estava me falando sobre o filme dele.
Você chama aquilo que ele faz de filmes?
E o que nós dois andaremos fazendo na última década?
Foi divertido.
Minha mão está sangrando, estou aqui fora sozinho,
e você ainda tem a coragem de dizer que aquilo foi divertido?
E o que eu deveria dizer? Que foi chato?
- Foi chato. - Você é cruel.
Nem se importava se eu caísse morto aqui agora.
É um bom papel.
- Ele te ofereceu um papel? - Claro!
Por que outro motivo eu ficaria lá uma hora?
Se eu ficar esperando que te autorizem a trabalhar de novo,
todo mundo vai esquecer da Shiva Mohajer.
Estou proibido de filmar por dois anos,
e você fica falando com aquele idiota?
Óculos escuros de noite, numa galeria!
Será que ele é cego?
Você sempre me pede para esperar, mas eu não aguento mais.
Estou cansada.
Estou farta de ficar sozinha e de não trabalhar.
Me deixa ir.
Pai! O jornalista ainda está esperando!
E o que você quer dizer com isso?
Vá lá fazer sua entrevista.
Shiva, não faça isso comigo.
Me prometa.
Vá.
Conversamos mais tarde.
Ele quer começar com o assassinato do Hatamikia.
Eu disse a ele que era muito cedo para julgar, mas ele não aceitou.
Não insisti. Ele deve achar que estamos evitando o assunto, mas tente evitá-lo.
Ele quer te fazer perguntas sobre você estar proibido de filmar.
Não há provas, então evite isso também.
Então não sobra nada sobre o que falar!
Pare de ficar emburrado!
É melhor você não falar sobre a proibição de filmar.
Ninguém disse que eu não podia falar sobre isso.
Eles acham que você sabe disso melhor do que ninguém.
É o New York Times . Vamos lá.
Vai lá.
Ele quer te fazer perguntas sobre a exposição.
Todas as peças foram muito bem escolhidas e são muito adequadas.
Você não pode dizer isso!
Então o que eu devo dizer?
Diga que vê tristeza em tudo.
E que tudo parece infeliz.
- E? - É isso.
Ele vai querer saber sobre seu próximo filme.
- Moça Kasmai? - Estamos indo! Espera.
Sr. Kasmai, é uma honra. Posso?
Claro.
Adoro seus filmes.
Assisto "Encontro no Matadouro" toda semana.
A Srta. Mohajer tem sorte de você amar tanto o trabalho dela.
- Quero dizer, amar o trabalho dela. - Pronto?
- Sim. - Obrigada.
Fique focada.
- Quer mais dois anos filmando anúncios? - Está bom, entendi.
O Sohrab Saidi também vai estar na entrevista.
Você está brincando? De jeito nenhum!
Sério?
Olá. Sou Thomas Erdbrink, jornalista do New York Times .
Estamos aqui, no coração da capital iraniana,
onde, no mês passado, foram assassinados três famosos e influentes cineastas.
Ebrahim Hatamikia, Rakhshan Bani-Etemad e Hamid Nematollah
não poderiam ser mais diferentes uns dos outros.
Cavalheiros, estes três cineastas
tinham visões políticas e sociais radicalmente diferentes.
Então, na opinião de vocês,
qual pode ter sido o fator comum que levou aos seus assassinatos?
O amor. Certamente o amor.
O amor deles pela arte e a beleza.
Amo a luz e o movimento.
Amo o amor. Amo a vida e, claro, a morte.
Acho que matar um artista é matar o próprio amor.
- O amor em nossas vidas é como um pássaro... - Não, senhor!
Essas pessoas simplesmente nos odeiam!
Meu Deus!
Mani Haghighi também foi assassinado!
Hasan!
Estamos a caminho. Não se preocupe. Não há trânsito.
Ele precisa ser identificado por alguém que o conhecesse.
Não vá sozinho. Espere por nós.
Estávamos fora quando ouvimos. Estamos indo. Não se preocupe.
Não consegui falar com ele. Deixei recado, mas não há novidades.
Ele deveria estar sempre acessível. O que você quer dizer com isso?
E se eu for atacada?
Segurança apenas no horário de trabalho?
Esta noite nos viramos de algum modo. Mas é melhor enviar alguns seguranças.
Aquele guarda-costas idiota diz: "Tome cuidado".
Lamento conhecê-lo nesta infeliz circunstância.
Sim, infeliz.
Desculpe, doutor. Nunca identifiquei um corpo antes.
Tecnicamente, não é um corpo. É apenas a cabeça dele.
Infelizmente, eles ainda não encontraram o resto.
Doutor?
- Um senhor quer falar com o senhor. - Quem?
O homem de...
Fique aí dentro, por favor. Já volto.
- Mãe! - Vó!
- O que houve com a sua cabeça? - O que está fazendo?
Por hoje já chega!
- Soube das notícias? - Mãe, abaixa isso.
- Soube das notícias? - Sim. Estávamos no hospital.
- Foi lá por causa da cabeça? - Não, eu caí.
- Foi atacado? - Não! Abaixa isso!
- Não grite com a sua mãe! - Onde ela arranjou essa arma?
- Ela pergunta onde você arranjou a arma. - É minha.
Ela diz que é dela. Sua?
Diga a ela que não são permitidas armas na minha casa.
Ela diz que não são permitidas armas na sua casa.
Não é uma arma, é o rifle do Sattar Khan.
- O que ela está dizendo? - Não é uma arma.
É o rifle do Sattar Khan.
- Sério? - É o que ela diz.
Ela tomou os remédios?
- Mãe, você tomou seus remédios? - Não sei.
Alma, veja se ela tomou os remédios.
Hasan, você precisa ter cuidado.
Você é quem precisa ter cuidado. Abaixa essa arma.
- Está carregada? - Claro que está.
Eu seria louca de andar por aí com uma arma descarregada.
O que ela está dizendo?
- Não está carregada. - Pare de mentir. Está carregada, sim.
Pertenceu mesmo ao Sattar Khan?
É uma antiguidade. Não funciona.
Acha que não funciona? Já vou mostrar!
- Não aguento mais viver assim. - Então não viva.
- Ela está apenas assustada. - Pai?
Pai!
Acho que me dei mal.
Hasan Majuni
Leila Hatami
Leili Rashidi
Parinaz Izadyar
Siamak Ansari
Ali Bagheri
Mina Jafarzadeh
Aynaz Azarhoosh
Reza Yazdani
Biuk Mirzaei
Soheila Razavi
Ali Mosaffa
MÚSICA Peyman Yazdanian
CANÇÕES Nader Ehtemal
MONTAGEM Meysam Molaei
FOTOGRAFIA Mahmoud Kalari
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