Οι πρώτες 200 γραμμές.
Tenta ser aquilo em que acreditas
Dois sóis, um só sentir
Deixa-te ir p'lo coração
Tu vais saber seguir
Num paraíso por explorar
Há todo um mundo de amor
A vida aqui tu vais tentar
Com cuidado anda sobre a areia
Dois sóis, um só sentir
Deixa-te ir p'lo coração
Tu vais saber seguir
Neste abrigo cheio de paz
Só o amor consegue entrar
A vida aqui tu vais tentar
Vai em frente com esse amor
Terás as forças dos teus
Um lar seguro lá bem no ar
Há uma vida nova
O perigo tem um papel
A dor de mãe é tão cruel
No sofrimento a dor é tal
Perdeste alguém Mas ouve bem
Há alguém que sentes que te chama
Dois sóis, um só sentir
Deixa-te ir pelo coração
Tu vais saber seguir
Cada vez os laços são mais fortes
Dois sóis, um só sentir
Deixa-te ir p'lo coração
Tu vais saber seguir...
Mamã, olha! Olha para ali!
- Kala! - Ela voltou.
- Eu disse-te que ela voltava. - Procurámos-te por todo o lado.
Estás bem, querida?
Sim, estou. A sério.
Acontece que tive uma pequena... surpresa.
Ora, se não é...
- Pois, é tão... - É assim a modos que...
É esquisito, é o que é.
- Terkina! - Mas é mesmo!
Afinal, que bicho é?
É um bebé.
Não sei...
Que é da mamã dele?
Vou ser eu a mamã dele.
Ele não é assim tão feio, se nos acostumarmos.
A Kala vai ser a mamã dele.
Kerchak, eu salvei-o do Sabor.
Kala, não substitui o que perdemos.
Eu sei disso. Mas precisa de mim.
Mas ele... ele...
Kala, olha para ele. Não é dos nossos.
Vais ter de o devolver.
Devolver? Mas ele assim morre.
- A selva quere-o... - Eu também.
Não podes pôr a nossa família em perigo.
Ele parece-te perigoso?!
Estava só?
Sim. O Sabor matou-lhe a família.
- Tens a certeza? - Sim.
Não há mais ninguém.
Então podes ficar com ele.
Eu sei que vai ser um bom filho.
Eu disse que podia ficar...
Não disse que o ia adoptar.
Vamos passar aqui a noite.
Que nome lhe vais chamar?
Vou chamar-lhe...
...Tarzan.
Tarzan? Bom, o filho é teu...
Muito bem, menina. São horas da deita.
- Oh, Mãe... - Não.
Só mais cinco minutos? Mais dois?
Um?
Não chores. Estou aqui. Pronto. Pronto.
Calma, não chores
Ouve a mãe cantar
Eu dou-te a mão Vou tentar
Não tenhas medo Pois somos só um
Com o meu bem Vou ficar
És tão pequeno, mas forte e bom
E nos meus braços poderás ficar
Ninguém nos pode já separar
Estarei aqui para te amar
Tu vives aqui no meu coração
Tu vives aqui
E ouve bem
P'ra sempre ficarás
Tu vives aqui no meu coração
Ninguém vai impedir
Tu serás o meu sol
Sempre
Sempre.
Tarzan.
Tarzan?
Assustei-te, Mamã.
Assustaste pois.
Porque não imitas um bicho mais calado?
Esses não têm graça.
Queres que faça de leopardo?
Porque não inventas o teu próprio som?
Kala.
Tarzan! Felizmente estás bem!
A Kala e eu estávamos raladíssimas.
Ainda bem que o achaste, Kerchak.
És um chefe muito sábio e cordial.
Foge.
- Tu estás bom da cabeça? - O que foi?
Quantas vezes é preciso repetir?
Se queres que o Kerchak goste de ti, não te aproximes dele.
Anda, Terk, sebo nas canelas!
- O último a chegar é um escaravelho! - O primeiro é que é.
Terk, posso ir também?
Se nos acompanhasses, podias, mas tu não consegues.
Esperem por mim, malta! Esperem. Estou a ir!
Estás-me a pisar...
Toma! Não batas em ti.
Não batas em ti. Não batas em ti.
O divertimento chegou...
- Muito obrigada. - Por que demoraste tanto?
Porque o miúdo não me largava, mas já tratei disso.
Olá, malta.
Terk, isto é a gozar ou quê?
Não me digam que é o prodígio pelado.
A Terk disse que eu podia vir se vos acompanhasse.
- Não, isso não. - Terk, vá lá...
Eu trato disto, está bem? Escuta, miúdo. Chega aqui.
Há aqui um pequeno problema, topas?
Eu adorava que viesses connosco, tu sabes disso.
Mas aqui a malta... é preciso convencê-los, topas?
- O que é preciso fazer? - Fazer? O que é preciso?
Uma coisinha ridícula.
O quê?
Bom, tu tens de... tens de arranjar um pêlo.
- Um pêlo? - Sim, é isso.
Um pêlo de elefante.
De elefante?
Eu disse que era ridículo, certo?
Escuta, vai por mim. Volta para casa, sim?
Quem é que quer esta chatice?
Sabes, eu também me devo ir embora.
Vai andando, eu já lá vou ter.
Viram? Deixem isto comigo. Eu bem disse que podia...
Tarzan. Tarzan!
Aquilo doeu!
Olhem! Está ali!
Está vivo!
- Olá, malta! - Olá.
Volta! Volta.
Este miúdo é bestial.
Se sobreviver a isto, tens de o trazer mais vezes cá.
Vamos, vamos. Vamos arranjar um lugar melhor.
Não se pode dormir de mais, digo-te eu.
- Eu durmo bem. - Mãe?
- Queima as calorias. - Tens a certeza de que a água é boa?
Parece-me suspeita.
Está boa, rico.
E se tem bactérias?
Tantor, não vês que a Mamã está a falar?
Cautela! Está uma coisa na água!
- E vai direitinha a ti! - A Mamã está sem pachorra.
- Desta vez, há mesmo uma coisa. - Ena pá...
Piranha! É uma piranha!
Amor, não existem piranhas em África...
Não digas isso. É claro que as há.
Não, ela tem razão. Pertencem à América do Sul.
- Não me gozes. - É verdade.
- Não é. - Vá, então...
Achas que estava aqui se houvesse?
Está mesmo atrás de ti! Foge!
Duma vez por todas, não há piranhas em...
O meu rabo!
- Eu avisei! - Tenho uma coisa no rabo!
- O que é? - Há mais delas?
- O que é? - É uma piranha!
Piranha!
Tantor, onde estás?
Está tramado.
Nós é que estamos tramados!
Não fomos nós! Foram eles!
Obrigada, Kerchak.
Tarzan, amiguinho! Vá lá!
Não morras para aí! Não morras!
- Não devias ter saltado! - Não me gozes!
Não sabes que uma piranha come a carne em segundos?
O quê? Ele não é uma piranha!
Está vivo!
Está vivo! Vivo!
- Está vivo! - Está...
Idiota!
Ias-me dando um ataque cardíaco! Estás satisfeito?
Não posso acreditar! Tiraste o pêlo?
É disso que se trata? Tenho uma cauda cheia deles.
- Tarzan? - Terkina?
Oh, não.
- Quem é aquela? - A minha mãe.
- Tarzan. - Olá.
Olá, tia Kala. Assustaste-me!
- Que aconteceu? - Bom, eu...
É uma longa... história.
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