The China Hustle

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The China Hustle 2017 1080p WEB x264-SKGTV Portuguese
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Die ersten 200 Zeilen.

E então, comecemos uma longa marcha, juntos…

… não em fila indiana…

… mas em diferentes caminhos rumo ao mesmo objetivo.

O objetivo de construir uma estrutura mundial de paz e justiça…

RECOMENDAÇÃO: COMPRAR

… na qual todos possam erguer-se juntos com igual dignidade.

Primeiro, os nossos mercados já estão abertos à China.

Este acordo vai abrir-nos os mercados da China.

Diria que a nossa relação com a China é muito positiva…

… e complexa.

CAPITALIZAÇÃO DO MERCADO: 150 MILHÕES

O mercado livre é a maior força para o progresso económico na história.

Vou fazer um ótimo acordo, e muitos ótimos acordos, para o povo americano.

Acreditem em mim.

INVESTIDORES DEFRAUDARAM MILHÕES

O que é o capitalismo?

É um sistema económico?

Ou é um aparato que podemos usar

para fazer dinheiro para nós e tirar dinheiro aos outros?

Acho que, no fundo,

recompensa os que mais trabalham.

Mas também recompensa quem está disposto…

… a aproveitar-se de outros.

Nesta história não há bons…

… nem eu.

A gravar. Vou trazer as claquetes.

- Sim, está bom. - Certo.

Qual é a sua primeira memória de infância?

COFUNDADOR

É uma pergunta difícil.

É?

Não estava à espera dela.

Não sei qual é a minha primeira memória de infância.

Imagino que tinha dois anos e estava algures a evitar fraudes.

Este é o Dan David.

Quando o conheci,

bebemos uns copos no TGI Fridays na Estação de Pensilvânia.

Contou-me uma história quase inacreditável.

RELÓGIO DA DÍVIDA NACIONAL

Antes do pó assentar sobre o colapso económico de 2008,

Wall Street já descobrira outra forma de vender lixo como ouro.

Planeavam uma enorme fraude a nível mundial.

Mas, desta vez, as mentiras envolvidas no esquema eram 100 % legais.

Desta vez, o crime tinha sede na China.

SKIPPACK, PENSILVÂNIA

A parte da história do Dan começa aqui, longe de Wall Street.

A pequena loja que tinha com o seu parceiro Maj

fora arrasada pelo crash da bolsa.

Três da tarde.

Pessoas com fundos de retorno absoluto em 2008 fecharam e abriram outros.

Chris, então?

Estou a terminar no que estou a trabalhar.

Decidimos logo que não íamos fazê-lo.

Vamos devolver o dinheiro a todos.

Precisavam rapidamente de grandes lucros.

Mas com o mundo ocidental à beira de outra depressão,

as perspetivas eram sombrias.

Mas nem tudo parecia impossível.

Os especialistas encaminharam Dan para a China.

Era um mercado explosivo.

A China era o único mercado no qual havia confiança no crescimento.

Vai ser a maior economia do mundo. Vamos investir já.

Impressionou-me porque era

tão diferente do que pensava.

Estava em expansão.

Havia cidades onde, de um ano para o outro,

havia novos distritos comerciais

que não existiam antes.

- Muito dinâmico. - Febre do ouro.

Não havia nenhuma empresa em que se pudesse investir em 2009,

com base na China, em que se perdesse dinheiro.

Do ponto de vista americano,

pensávamos: “Bem, meu Deus!

A China é mesmo a galinha dos ovos de ouro do crescimento económico.”

Pensei mesmo: “Meu Deus,

o século americano acabou. É isto.”

Todos queriam um pedaço da China.

Só havia um problema.

Estrangeiros como o Dan não podiam investir diretamente em mercados chineses.

É aqui que entra o pequeno banco Roth Capital, da Califórnia.

Encontrou um nicho que os grandes bancos não viram,

pegando em pequenas empresas chinesas e colocando-as na bolsa americana.

Agora, Dan e outros como ele podiam participar

no milagre económico chinês.

E os vendedores podiam arrasar

com o passo certo.

“Olá, Jed. Como vais?” “Ótimo. O que fazes?”

“Estou a tratar duma nova empresa.

Queres que te fale da transação?”

Passam dois dias. Cinco dias. “Tens interesse nisto?

Sentimos que a capacidade da empresa vai ser esta depois da aquisição.

Têm seguro. O que queres fazer?”

Se estivessem interessados, contactavam.

“Sim.” “Sim.” “Sim, estou interessado.

Dois milhões de dólares. Aposto isso.”

“Está bem, ótimo.” E era assim.

Tentei inserir-me na corrente.

Pensem num rio que corre.

$21 000 000? É uma boa taxa.

Digamos que isto é…

“Preocupa-me que os números não coincidam na China.”

Bom, nunca me perguntaram isso.

Nunca me perguntaram.

O Roth é um banco de investimento de segunda ou terceira categoria.

Alguém o descreveu como uma fraternidade.

O Roth Capital ajudava pequenas empresas

e colocava-as no mercado.

Estavam a crescer em 2010, 2011.

O Roth era conhecido por fazer negócios na China quando investigámos.

Fomos a algumas conferências do Roth. Foi divertido.

O Roth Capital Partners organizou conferências

durante anos em Orange, Califórnia.

É a melhor conferência na América.

Empresas sobre as quais nunca ouviu falar

propõem-se a quem tem dinheiro.

O modelo de negócio era simples.

Tinham três dias extravagantes. Cem, 150 empresas.

E os CEOs diziam:

“Por estas quantas razões,

achamos que a nossa receita vai crescer 75 % no próximo ano.”

Nos últimos anos, a China passou de interessante a importante.

E transforma-se em entretenimento.

Snoop Dogg, Billy Idol,

bailarinas, esculturas de gelo, noites temáticas,

autocarros, comboios, aviões,

e o baijiu, que parece óleo para o motor numa garrafa.

Era só beber.

Faz-se gan bei, brinda-se a alguém

e essa pessoa brinda a outra.

E não para.

Os chineses queriam ver que tipo de pessoas éramos.

E alguns sentiam que quanto mais bêbados,

mais espontâneos ficávamos.

O mestre de cerimónia nessas conferências

era, frequentemente, o presidente do banco, Byron Roth.

Este tipo começou no negócio de mercadorias

aos 16 anos de idade.

O pai era criador.

Compravam vacas e assim.

Não é um homem não sofisticado.

Fazemos coisas diferentes. E é assim que investimos.

Para Byron Roth, Matt e Dan, era altura de festejar.

Entre 2006 e 2011,

Roth fez mais de 12 conferências e deu milhares de milhões a empresas chinesas.

O Roth não era o único a aproveitar o boom chinês.

Em Nova Iorque, um pequeno banco, Rodman & Renshaw,

fez conferências de investimento um pouco diferentes,

centradas no poder político do seu presidente, General Wesley Clark.

Nos Balcãs, ajudou a negociar a paz entre inimigos

e liderou a força multinacional que acabou com a campanha de terror.

A vida de Wes Clark foi uma simples história americana.

Mas dará um presidente americano extraordinário.

Primeiro peço-lhe que nos fale de quem é

e um pouco do seu passado.

Sou o reformado General Wes Clark. Formei-me em West Point em 1966.

Fui para Oxford. Estive no Vietname. Voltei lesionado.

Comandante Supremo Aliado da NATO.

Candidatei-me a presidente em 2003-2004.

Entrei no negócio do investimento.

O Rodman & Renshaw teve um passado problemático.

Após anos de problemas administrativos, abriram falência no final dos anos 90.

Mas com o General Clark como rosto público,

reemergiram como banco respeitável,

davam festas e vendiam ações chinesas.

PARCEIRO DE ADMINISTRAÇÃO

Normalmente convidavam presidentes, ex-presidentes, o Colin Powell,

a Diana Ross, o Henry Kissinger…

Uma hora ou duas, ter o Henry Kissinger

ou o George Bush, ou o Wesley Clark a falar…

Bolas… é como entrar num santuário interior de conhecimento,

com o Kissinger, aos 90, a dizer disparates.

É notório. Estão a vender o nome por uma hora ou duas.

Trabalham todos à comissão. É assim que fazem dinheiro.

Quando têm luminárias a discursar, têm mais poder.

Durante os seis anos em que o General Clark foi presidente,

trouxe mais de 40 empresas chinesas para o mercado americano

com um valor agregado de mais de $31 mil milhões.

Rodman e Roth ganhavam comissões por trazer empresas chinesas para os EUA,

mas o lucro veio quando as empresas se listaram

nos grandes mercados.

VENDIDO

Os analistas recomendavam as ações arriscadas como grandes investimentos,

e os vendedores, como o Matt,

puxavam-nos para a rede de investimento.

Quando as ações subiram, os bancos puderam retirar o dinheiro,

deixando outros com a sobrevalorização.

O truque era colocar uma empresa no mercado

recorrendo a audições e votação pública.

Mas os bancos encontraram uma solução.

Usaram um processo de recurso chamado fusão inversa.

É em dólares, negoceia-se onshore,

a Bolsa de Nova Iorque, o NASDAQ.

É normalmente uma empresa de fachada

que tem ações públicas negociadas e que não tem operações.

Têm de ir ao Nevada.

Havia lá muitas que começaram como empresas mineiras.

E simplesmente existiam, à espera…

JORNALISTA

… do parceiro ideal para a fusão.

A empresa de fachada é necessária.

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