Die ersten 200 Zeilen.
E então, comecemos uma longa marcha, juntos…
… não em fila indiana…
… mas em diferentes caminhos rumo ao mesmo objetivo.
O objetivo de construir uma estrutura mundial de paz e justiça…
RECOMENDAÇÃO: COMPRAR
… na qual todos possam erguer-se juntos com igual dignidade.
Primeiro, os nossos mercados já estão abertos à China.
Este acordo vai abrir-nos os mercados da China.
Diria que a nossa relação com a China é muito positiva…
… e complexa.
CAPITALIZAÇÃO DO MERCADO: 150 MILHÕES
O mercado livre é a maior força para o progresso económico na história.
Vou fazer um ótimo acordo, e muitos ótimos acordos, para o povo americano.
Acreditem em mim.
INVESTIDORES DEFRAUDARAM MILHÕES
O que é o capitalismo?
É um sistema económico?
Ou é um aparato que podemos usar
para fazer dinheiro para nós e tirar dinheiro aos outros?
Acho que, no fundo,
recompensa os que mais trabalham.
Mas também recompensa quem está disposto…
… a aproveitar-se de outros.
Nesta história não há bons…
… nem eu.
A gravar. Vou trazer as claquetes.
- Sim, está bom. - Certo.
Qual é a sua primeira memória de infância?
COFUNDADOR
É uma pergunta difícil.
É?
Não estava à espera dela.
Não sei qual é a minha primeira memória de infância.
Imagino que tinha dois anos e estava algures a evitar fraudes.
Este é o Dan David.
Quando o conheci,
bebemos uns copos no TGI Fridays na Estação de Pensilvânia.
Contou-me uma história quase inacreditável.
RELÓGIO DA DÍVIDA NACIONAL
Antes do pó assentar sobre o colapso económico de 2008,
Wall Street já descobrira outra forma de vender lixo como ouro.
Planeavam uma enorme fraude a nível mundial.
Mas, desta vez, as mentiras envolvidas no esquema eram 100 % legais.
Desta vez, o crime tinha sede na China.
SKIPPACK, PENSILVÂNIA
A parte da história do Dan começa aqui, longe de Wall Street.
A pequena loja que tinha com o seu parceiro Maj
fora arrasada pelo crash da bolsa.
Três da tarde.
Pessoas com fundos de retorno absoluto em 2008 fecharam e abriram outros.
Chris, então?
Estou a terminar no que estou a trabalhar.
Decidimos logo que não íamos fazê-lo.
Vamos devolver o dinheiro a todos.
Precisavam rapidamente de grandes lucros.
Mas com o mundo ocidental à beira de outra depressão,
as perspetivas eram sombrias.
Mas nem tudo parecia impossível.
Os especialistas encaminharam Dan para a China.
Era um mercado explosivo.
A China era o único mercado no qual havia confiança no crescimento.
Vai ser a maior economia do mundo. Vamos investir já.
Impressionou-me porque era
tão diferente do que pensava.
Estava em expansão.
Havia cidades onde, de um ano para o outro,
havia novos distritos comerciais
que não existiam antes.
- Muito dinâmico. - Febre do ouro.
Não havia nenhuma empresa em que se pudesse investir em 2009,
com base na China, em que se perdesse dinheiro.
Do ponto de vista americano,
pensávamos: “Bem, meu Deus!
A China é mesmo a galinha dos ovos de ouro do crescimento económico.”
Pensei mesmo: “Meu Deus,
o século americano acabou. É isto.”
Todos queriam um pedaço da China.
Só havia um problema.
Estrangeiros como o Dan não podiam investir diretamente em mercados chineses.
É aqui que entra o pequeno banco Roth Capital, da Califórnia.
Encontrou um nicho que os grandes bancos não viram,
pegando em pequenas empresas chinesas e colocando-as na bolsa americana.
Agora, Dan e outros como ele podiam participar
no milagre económico chinês.
E os vendedores podiam arrasar
com o passo certo.
“Olá, Jed. Como vais?” “Ótimo. O que fazes?”
“Estou a tratar duma nova empresa.
Queres que te fale da transação?”
Passam dois dias. Cinco dias. “Tens interesse nisto?
Sentimos que a capacidade da empresa vai ser esta depois da aquisição.
Têm seguro. O que queres fazer?”
Se estivessem interessados, contactavam.
“Sim.” “Sim.” “Sim, estou interessado.
Dois milhões de dólares. Aposto isso.”
“Está bem, ótimo.” E era assim.
Tentei inserir-me na corrente.
Pensem num rio que corre.
$21 000 000? É uma boa taxa.
Digamos que isto é…
“Preocupa-me que os números não coincidam na China.”
Bom, nunca me perguntaram isso.
Nunca me perguntaram.
O Roth é um banco de investimento de segunda ou terceira categoria.
Alguém o descreveu como uma fraternidade.
O Roth Capital ajudava pequenas empresas
e colocava-as no mercado.
Estavam a crescer em 2010, 2011.
O Roth era conhecido por fazer negócios na China quando investigámos.
Fomos a algumas conferências do Roth. Foi divertido.
O Roth Capital Partners organizou conferências
durante anos em Orange, Califórnia.
É a melhor conferência na América.
Empresas sobre as quais nunca ouviu falar
propõem-se a quem tem dinheiro.
O modelo de negócio era simples.
Tinham três dias extravagantes. Cem, 150 empresas.
E os CEOs diziam:
“Por estas quantas razões,
achamos que a nossa receita vai crescer 75 % no próximo ano.”
Nos últimos anos, a China passou de interessante a importante.
E transforma-se em entretenimento.
Snoop Dogg, Billy Idol,
bailarinas, esculturas de gelo, noites temáticas,
autocarros, comboios, aviões,
e o baijiu, que parece óleo para o motor numa garrafa.
Era só beber.
Faz-se gan bei, brinda-se a alguém
e essa pessoa brinda a outra.
E não para.
Os chineses queriam ver que tipo de pessoas éramos.
E alguns sentiam que quanto mais bêbados,
mais espontâneos ficávamos.
O mestre de cerimónia nessas conferências
era, frequentemente, o presidente do banco, Byron Roth.
Este tipo começou no negócio de mercadorias
aos 16 anos de idade.
O pai era criador.
Compravam vacas e assim.
Não é um homem não sofisticado.
Fazemos coisas diferentes. E é assim que investimos.
Para Byron Roth, Matt e Dan, era altura de festejar.
Entre 2006 e 2011,
Roth fez mais de 12 conferências e deu milhares de milhões a empresas chinesas.
O Roth não era o único a aproveitar o boom chinês.
Em Nova Iorque, um pequeno banco, Rodman & Renshaw,
fez conferências de investimento um pouco diferentes,
centradas no poder político do seu presidente, General Wesley Clark.
Nos Balcãs, ajudou a negociar a paz entre inimigos
e liderou a força multinacional que acabou com a campanha de terror.
A vida de Wes Clark foi uma simples história americana.
Mas dará um presidente americano extraordinário.
Primeiro peço-lhe que nos fale de quem é
e um pouco do seu passado.
Sou o reformado General Wes Clark. Formei-me em West Point em 1966.
Fui para Oxford. Estive no Vietname. Voltei lesionado.
Comandante Supremo Aliado da NATO.
Candidatei-me a presidente em 2003-2004.
Entrei no negócio do investimento.
O Rodman & Renshaw teve um passado problemático.
Após anos de problemas administrativos, abriram falência no final dos anos 90.
Mas com o General Clark como rosto público,
reemergiram como banco respeitável,
davam festas e vendiam ações chinesas.
PARCEIRO DE ADMINISTRAÇÃO
Normalmente convidavam presidentes, ex-presidentes, o Colin Powell,
a Diana Ross, o Henry Kissinger…
Uma hora ou duas, ter o Henry Kissinger
ou o George Bush, ou o Wesley Clark a falar…
Bolas… é como entrar num santuário interior de conhecimento,
com o Kissinger, aos 90, a dizer disparates.
É notório. Estão a vender o nome por uma hora ou duas.
Trabalham todos à comissão. É assim que fazem dinheiro.
Quando têm luminárias a discursar, têm mais poder.
Durante os seis anos em que o General Clark foi presidente,
trouxe mais de 40 empresas chinesas para o mercado americano
com um valor agregado de mais de $31 mil milhões.
Rodman e Roth ganhavam comissões por trazer empresas chinesas para os EUA,
mas o lucro veio quando as empresas se listaram
nos grandes mercados.
VENDIDO
Os analistas recomendavam as ações arriscadas como grandes investimentos,
e os vendedores, como o Matt,
puxavam-nos para a rede de investimento.
Quando as ações subiram, os bancos puderam retirar o dinheiro,
deixando outros com a sobrevalorização.
O truque era colocar uma empresa no mercado
recorrendo a audições e votação pública.
Mas os bancos encontraram uma solução.
Usaram um processo de recurso chamado fusão inversa.
É em dólares, negoceia-se onshore,
a Bolsa de Nova Iorque, o NASDAQ.
É normalmente uma empresa de fachada
que tem ações públicas negociadas e que não tem operações.
Têm de ir ao Nevada.
Havia lá muitas que começaram como empresas mineiras.
E simplesmente existiam, à espera…
JORNALISTA
… do parceiro ideal para a fusão.
A empresa de fachada é necessária.
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