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É a
A Dama e o Vagabundo II - As Aventuras de Banzé
nossa cidade Nova Inglaterra
Acolhedora
Que espera
A todos receber
Sempre
Se você não conhece
Venha depressa
Nova Inglaterra com alegria
Vai lhe receber
Sempre
Venha neste feriado
Ensolarado
Venha festejar
DIA DA INDEPENDÊNCIA
Tia Sara, a senhora vai ao piquenique depois de amanhã?
É claro! Minhas gatinhas queridas adoram o Quatro de Julho.
Seja um vizinho ou parente
Ajudamos bem contentes com muita satisfação
- E para o jantar... - Um prato de impressionar.
Não tem igual nossa decoração
Neste feriado
Ensolarado
Venha festejar
Os amigos vão se ver As crianças vão correr
E juntos vão comer
Pois é dia de comemorar
Todos andam por aí
Tão alegres a sorrir
Ninguém pode resistir
Pois na festa da Independência
Nós vamos estar
Vou me perfumar Ficar bem chique
Pois eu vou ao piquenique
Querido e Querida
Nos dão um lar que é nossa proteção
Aqui nossa família vai crescer
É tão aconchegante
Tão radiante
Como é bom viver
É o nosso lar do coração
É a nossa cidade, Nova Inglaterra
Acolhedora
Que espera todos receber
Sempre
Sempre
Sempre
Sempre!
Seja bem-vindo!
Hora do banho, pessoal!
A água está quente.
Que delícia! Adoro tomar banho.
Meu pelo fica tão macio!
- Eu primeiro! - Não, eu primeiro!
- Você, não! - Espere um pouco.
Odeio tomar banho.
Mesmo assim, Banzé, morando em uma casa, precisa ficar limpo.
Ainda bem que sou um cão livre.
Você sabe que não deve subir nos móveis.
Desça daí antes que quebre alguma coisa.
Vamos fazer coisas de cachorro, pai?
Enterrar ossos, arrancar flores, correr atrás de gatos!
Banzé, não faça bagunça.
- Peguei você! - Pai!
Vagabundo, espero que não esteja bagunçando nada aí.
Bem, tufãozinho. Vamos ficar quietinhos.
Por que não vai brincar com o Júnior?
Banzé brincando.
Olhe o que fez com meu chapéu favorito.
Eu já disse mil vezes. Não!
Vejamos se você se comporta para tomar banho.
Banzé, malvado!
Banzé, não fique se contorcendo.
Banzé, malvado. Malvado!
Está na hora de sossegar o pito.
Assim. Está pronto.
Banzé! Jogar bola!
Volte aqui!
Pegue a bola!
Volte aqui já!
Jogar bola!
Não! Que sujeira!
Desta vez você foi longe demais.
Não me deu alternativa.
Alguns cachorros só aprendem assim.
Talvez ficando preso aprenda a sua lição.
Desculpe-me, amigo. Não sei mais o que fazer.
Bem feito pra ele.
- É incorrigível. - É culpa dele mesmo.
Vamos ter de tomar outro banho.
- Eu primeiro! - Não, eu!
Vagabundo?
Prendê-lo foi a melhor coisa que Jim Querido podia ter feito.
Ele nunca ficou preso. Ele é só um filhotinho.
Ele precisa seguir as regras da casa.
Uma boa disciplina fará dele um cão maduro.
Você se saiu muito bem.
É, mas eu encontrei você.
Se não fosse você, eu estaria na carrocinha.
Eu só tento protegê-lo.
Um dia ele entenderá.
Talvez ele precise entender hoje.
Achei que estivesse com fome.
Lamento, querido. Você terá de tomar jeito. Só isso.
Eu levo a culpa por tudo.
Muitas vezes é difícil pertencer a uma família.
É preciso obedecer certas regras.
Mas quero correr livre e solto como um cão de verdade!
Filho, o mundo lá fora está cheio de armadilhas.
Aqui você tem uma família que ama você.
Contanto que eu faça o que mandam.
Pai, sinto que aqui não é meu lugar.
Nunca se sentiu assim?
Na sua idade, eu era igualzinho a você.
Você nunca foi como eu.
Você sempre foi cão domesticado. Como ia entender?
Você ficaria surpreso.
Só estou tentando proteger você.
Prendendo-me nas correntes?
São essas as regras, filho!
Eu só ouço isso: "regras, regras, regras"!
"Não faça isto." "Não faça aquilo!"
De que servem dentes e garras se não podemos usá-los?
- Pare de uivar! - Não posso, pai!
Cães de rua uivam à lua!
Nesta família, não teremos nenhum cão de rua!
Então eu não quero pertencer a esta família.
Goste ou não, você faz parte desta família!
E enquanto não tomar jeito, dormirá aqui toda noite!
CARROCINHA
Ei, Anjinho!
Por que não vem aqui fora?
Eu não posso.
O filhote está acorrentado!
Volte aqui, seu vira-lata sarnento!
Pare aí! Fique calmo, assim posso prender você.
Ei! Aonde você foi?
Mas o que...
Ei! Solte isso!
Enganar um guarda... Isso não vale.
Vamos. Devolva aqui, mocinha.
Largue isso!
Peguei você!
Direto pra carrocinha, meu amigo.
Quando eu me soltar, vocês me pagam!
Eu vou pegar...
Seus vira-latas! Verão o que é ficar raivoso.
Ainda pego vocês, seus vadios!
Nem pensem... Vamos!
Meu lugar eu sei não é aqui
Quero ver como é lá fora
Não quero mais coleiras
Não quero ver banheiras
Não quero mais escovas
Só me penteando
Um mundo sem cercas
Correr livre assim
E descobrir o cachorro
Que existe em mim
Viver sem fronteiras
Imenso jardim
Um mundo sem cercas
Onde eu possa viver
Sempre livre assim
Eu não vou ficar dormindo, não
Como meu pai no tapete
Eu quero mais que um osso
Muito mais que um almoço
Eu quero tudo aquilo
Que eu sei que eu posso
Adeus para as regras
Pois vou até o fim
Um mundo sem cercas
É o que quero para mim
Ninguém mais vai me prender aqui
Viver sempre livre assim
Um mundo sem cercas
Pra mim
Adeus, cães domesticados!
Não podem mais me dizer o que fazer, agora sou um cão livre!
Ei, esperem por mim!
Quanta coisa boa por aqui, hein?
Vejo que sabe como se virar nesse beco.
É tão óbvio?
Está estampado na sua cara.
Esta é a medalha da dura vida nas ruas?
Acabo de recebê-la.
Então deve saber isto. Todo cão de rua sabe.
Que legal! Digo, é coisa de criança.
É, sim.
Você tem estilo próprio, não é, recruta?
Seu lugar não é nas ruas.
Não vai durar cinco minutos.
Saia da frente!
Ei, saia da rua!
Banzé, eu...
Vagabundo!
FERRO-VELHO
Estão pulando no sofá.
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