WW2 Hell Under the Sea

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প্রকাশিত: 2023-02-26
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Portuguese সাবটাইটেল প্রিভিউ

প্রথম 200টি লাইন।

Nas primeiras semanas da Segunda Guerra Mundial,

um comandante de submarino alemão tenta invadir uma base britânica.

Navega com destreza entre navios afundados para bloquear o inimigo

e, de súbito, vê uma corrente escondida na água em frente.

Bloqueia-lhe o caminho e pode enredar o submarino.

Faz uma manobra rápida para a evitar.

Em água pouco funda, é arriscado.

Se o submarino for apanhado pela corrente e se virar,

corre o risco de encalhar.

Na Segunda Guerra Mundial,

uma arma subaquática permite combater sob as ondas.

Com engenho, força e tenacidade, os inimigos retaliam.

Revolucionária, mas por vezes primitiva,

é uma tentativa desesperada

de mudar o rumo da guerra.

As histórias dessas armas são lendárias.

INFERNO SUBAQUÁTICO

INVESTIDA ASSASSINA

4 de setembro de 1939.

Atlântico Norte.

Nas primeiras horas da Segunda Guerra Mundial,

Hitler autoriza os comandantes de submarinos a procurar inimigos.

480 quilómetros ao largo da costa francesa,

o submarino alemão U-47 está à superfície.

Intercetou um cargueiro mercante.

O comandante alemão capitão-tenente Gunther Prien

acata o protocolo do submarino.

O protocolo diz que tem de parar os marinheiros mercantes,

revistá-los e garantir que pertencem à marinha mercante aliada.

Depois, pode afundar o navio.

Senão tinha de o deixar partir.

O navio mercante afirma ser da Grécia neutra.

Prien chama a tripulação para provar que não servem os Aliados.

Mas qualquer interação com outro navio à superfície

pode ser fatal para um submarino.

Os outros podem não cumprir o protocolo.

Podem investir contra o submarino

ou podem estar armados

e usar a artilharia para destruir ou danificar o submarino.

Ao chegar, a tripulação do cargueiro mostra os documentos.

Prien tem de os analisar

e determinar se o navio ou a carga são uma ameaça para a Alemanha.

Os tripulantes do submarino mantêm-se alerta.

Podem mergulhar,

se um pedido de ajuda do cargueiro atrair forças britânicas.

Prien decide que o navio é grego e neutro.

Só transporta resina e vai a caminho da Alemanha.

Ele liberta o cargueiro mercante e a tripulação. Podem partir.

Gunther Prien, o comandante de 31 anos do U-47,

seguiu o protocolo

e tem de continuar à procura de um inimigo.

Horas depois, Prien recebe notícias da sede dos submarinos.

Hitler está furioso.

Outro comandante de submarino alemão, Fritz-Julius Lemp,

afundou por engano o navio britânico SS Athenia,

menos de 12 horas depois da declaração de guerra.

Com destino a Montreal, o Athenia transportava americanos,

canadianos e refugiados que fugiam da Europa.

Para os alemães, o naufrágio do Athenia é muito embaraçoso.

Assemelhava-se muito

ao incidente do Lusitania da Primeira Guerra Mundial,

que deixou os Estados Unidos à beira da guerra contra a Alemanha.

É exatamente o erro que Hitler queria evitar

quando exigiu que os comandantes seguissem o protocolo

de atacar sobretudo alvos militares britânicos.

É muito incómodo para os alemães

que um submarino alemão tenha afundado um paquete de passageiros

e criado outro incidente

que podia ser usado pela propaganda britânica.

Eles negam publicamente que foram responsáveis

pelo naufrágio do Athenia.

Hitler dá ordens aos comandantes para terem ainda mais cuidado.

Prien tem de afundar navios com um controlo acrescido.

No dia seguinte,

a tripulação do U-47 vê um navio a ziguezaguear ao amanhecer.

Prien aproxima-se.

A artilharia do U-47 prepara-se para entrar em ação.

Submarino!

Prien dispara um tiro de aviso para que o SS Bosnia pare.

A todo o vapor!

Em vez disso, o cargueiro tenta fugir.

Neste caso, o comandante foi agressivo

e decidiu fugir do submarino.

Não sabe se tem vantagem de velocidade,

por isso, aumenta a velocidade enquanto envia um sinal SSS,

que significa que é atacado por um submarino.

Para os submarinistas alemães,

isso confirma que o protocolo de submarinos é inviável.

Têm de subir para identificar o navio,

mas, ao fazer isso, ficam vulneráveis a ataques.

No início da Segunda Guerra Mundial, os submarinos combate

com uma mão atrás das costas.

Contudo, ao pedir apoio militar,

o Bosnia é agora um alvo ativo.

Enquanto o Bosnia tenta fugir,

Prien dá ordem aos artilheiros para atingir o navio.

Os obuses alemães acertam no alvo e causam um incêndio.

A tripulação britânica tenta abandonar o navio

e vira um barco salva-vidas.

De acordo com o protocolo de submarinos,

Prien ajuda os marinheiros britânicos.

Diz a um navio norueguês para acolher os marinheiros.

Após garantir que estão bem,

prepara-se para torpedear o SS Bosnia.

Prien permite que a maioria dos tripulantes suba para ver.

É a primeira vez que veem um torpedo atingir um alvo real

e ninguém sabe ao certo o que irá acontecer.

Ao contrário de Lemp, quando afundou o SS Athenia...

Lemp tem de esconder o que fez.

Prien seguiu o protocolo de submarinos

e o Reich considerou-o o primeiro alvo abatido por submarino

da Segunda Guerra Mundial.

Mas a 8 de setembro, horas após Prien afundar um terceiro navio,

o comandante-chefe dos submarinos, o comodoro Karl Donitz,

diz a Prien para regressar.

Quando chega à Alemanha, semanas depois,

Donitz convoca-o.

Na mesa diante de Donitz está um mapa.

Todos os oficiais navais alemães

conheciam a história de Scapa Flow da Primeira Guerra Mundial.

É um lugar de vergonha para a frota de alto mar alemã.

Donitz tem um plano ousado

para atacar a marinha britânica no seu próprio porto.

Oferece a missão a Gunther Prien.

1 de outubro de 1939.

O comodoro Karl Donitz,

comandante-chefe dos submarinos alemães,

dá uma oportunidade única ao capitão-tenente Gunther Prien.

Pode atacar a frota britânica na segurança do seu porto,

Scapa Flow.

Scapa Flow é um ancoradouro fantástico e muito grande.

É muito antigo. Os vikings usaram-no.

Tornou-se famoso na Primeira Guerra Mundial,

quando se tornou a base da Grande Frota.

Situado nas Órcades escocesas,

Scapa Flow oferece acesso e proteção

do mar do Norte e do oceano Atlântico.

A frota pode impedir a saída de navios inimigos para o Atlântico

e pode fazer um bloqueio à Alemanha.

Durante a Primeira Guerra Mundial,

os britânicos controlaram as três principais entradas com redes,

navios afundados e até minas.

Vários submarinos alemães tentaram furar o bloqueio.

A última tentativa foi em 1918,

quando o comandante do UB-116 pensou que conseguiria passar.

Viu tantos navios aliados no canal principal de Scapa

que pensou que não teria minas.

Mergulhou e rumou para a entrada principal.

Mas o comandante alemão estava muito enganado.

Quando o submarino passou por um sistema de deteção,

um circuito de indução detonou um campo de minas.

Destruiu o submarino e a tripulação.

Agora, apesar dos obstáculos,

Donitz crê que um comandante experiente pode furar as defesas.

Mostram fotos de reconhecimento aéreo

e indicam uma falha no reduto britânico.

Embora a maioria das entradas em Scapa Flow pareçam protegidas,

os britânicos não controlam totalmente um dos canais.

Com perícia e sorte,

um submarino pode passar

e entrar na cova do lobo.

Após um dia de reflexão,

Gunther Prien aceita comandar a missão secreta

com o nome de código Operação Especial P.

Para planear eficazmente,

Prien partilha a missão com o oficial de vigia e o navegador.

Reveem tabelas de maré e fotos de reconhecimento

para identificar uma maré alta escura adequada.

Escolhem a sexta-feira, 13 de outubro,

durante a lua nova, quando o céu está mais escuro.

A fase lunar também implica marés mais altas,

que permitiria o U-47 a navegar pelos canais até Scapa Flow.

Também percebem que esta lua nova é uma chamada superlua.

Acontece algumas vezes por ano quando a Lua se aproxima da Terra.

Isso aumenta um pouco o limite superior da maré alta.

Mas falta menos de uma semana para 13 de outubro.

Prien tem de finalizar o plano

e equipar o submarino U-47.

A operação é secreta.

Prien não pode partilhar pormenores com a tripulação.

Abastecem o submarino com o mínimo de comida e combustível,

sem saber que vão para as Órcades.

Substituem quase todos os torpedos de ar comprimido por elétricos

para terem vantagem tática.

Na década de 1920,

a Reichsmarine, a marinha alemã,

desafiou o Tratado de Versalhes

e desenvolveu secretamente o torpedo G7E.

Os torpedos mais antigos usavam ar pressurizado.

Deixavam um rasto de bolhas

e o percurso do torpedo tornava-se visível.

Também fornecia alguma informação

sobre a posição do submarino.

Apesar de mais lento,

o G7E elétrico não deixa um rasto de bolhas.

Isso pode ser uma vantagem crucial no espaço limitado de Scapa Flow.

Também retiram material classificado do submarino,

caso o plano falhe.

Estão prontos em poucos dias.

O U-47 parte em silêncio

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